O arquivo do WSL não é o df

O df dentro da distro diz quanto o Linux está usando. O ext4.vhdx no Windows diz quanto o disco de lá reservou. Apagar pacote, cache ou imagem libera bloco no sistema de arquivos. O arquivo no NTFS continua do tamanho que chegou a ter.

Eu queria ver os dois números no mesmo lugar, e também quem está comendo CPU e memória, sem instalar pacote nenhum. O Pulso sobe com o Python que o sistema já traz e abre no navegador.

Três escalas que se misturam fácil

O cartão de CPU é a máquina inteira, de 0% a 100%. Na lista de processos, 100% enche um núcleo, no mesmo critério do top. Com dois núcleos, um processo pode passar de 100% sem a máquina estar saturada.

A memória do cartão é o total menos o que ainda está disponível para programas. A da lista é a RAM residente de cada processo.

O disco do cartão é o /. Na WSL, a mesma linha mostra o tamanho do ext4.vhdx e, quando existe, o arquivo de swap ao lado da distro. Se o arquivo é maior do que o uso interno, apagar dados aqui não devolve esse espaço ao Windows.

O número que importa para o Windows é o do arquivo. O número que importa para o Linux é o do df. — leitura prática de Manage WSL disk space, Microsoft

O que o painel se recusa a varrer

Unidade montada em /mnt aparece só com o total. O Pulso não percorre os arquivos do Windows.

A árvore de pastas cobre o disco local. A primeira leitura pode levar cerca de um minuto. Pasta que o usuário não consegue listar fica de fora e entra em “espaço não atribuído”. Imagens, volumes e cache do Docker, quando o comando docker responde, vêm do daemon. /var/lib/docker em geral não é legível por quem abriu o painel.

A leitura e a gravação são os bytes que o processo enviou ao disco naquele intervalo. Intervalo quieto deixa a tabela vazia. Isso também é uma resposta.

O que dá para ver sem instalar

O repositório tem a amostra. Usuário, caminhos e as unidades do Windows dessa captura são de exemplo. A tela é a mesma: três cartões, as duas listas, o disco e o Docker.

Não há pip install. Não há senha. Quem abre o endereço vê nomes de processo, usuários e caminhos de pasta. Na WSL, o uso previsto é localhost no navegador do Windows. A porta não deve ir para a internet. Se outras pessoas alcançam o IP da máquina, o servidor escuta só em 127.0.0.1.

Comece

git clone https://github.com/araguaci/pulso.git
cd pulso
python3 server.py

O padrão é a porta 8787. Ctrl+C encerra.

Código: github.com/araguaci/pulso

Guia com as telas: github.com/araguaci/pulso/blob/main/docs/GUIA.md

Texto no portfólio: artesdosul.com/devops/pulso

Fontes